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A TÉCNICA DA VOZ CANTADA

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Fenômenos químicos da respiração

Trocas gasosas

Trocas gasosas no organismo:
1-Pulmões; 2-Hematose Hb + 402 = HbOg; 3-Veia pulmonar; 4-Aorta; 5-O2 dissolvido -HbOg; 6-Células e tecidos; 7-Respiração dos tecidos HbOgs = Hb + 402; 8-Eliminação do anidrido carbônico Hb + C02 = HmC02; 9-Anidrido carbônico dissolvido, bicarbonatos, HbC02; 10-Veia cava; 11-Artéria pulmonar .

O ar que entra nos pulmões sofre modificações. Vejamos primeiro qual é a sua composição, tendo em conta que o ar inspirado e absolutamente idêntico ao ar atmosférico: os 21% são constituídos de oxigênio; os 79%, de azoto ou nitrogênio; há, além disso, traços de anidrido carbônico e uma certa quantidade de vapor de água. Tal composição, nos alvéolos pulmonares, é, porém, já diversa, porquanto o ar externo se mistura com aquele já presente nos pulmões, isto é, o ar residual; nesta mistura, o oxigênio desce a 16% e o anidrido, praticamente inexistente antes, elevou-se a 4,6%. O ar expirado contém ainda os 79% de azoto (gás que não participa da respiração), mas o oxigênio ficou reduzido a 15,4% e o anidrido carbônico subiu a 4,30%. Também o vapor de água está notavelmente aumentado (a respiração constitui, na verdade, um importante meio de eliminação de água do organismo). Nos pulmões passam, em um dia, 11
mil litros de ar; uma vez que 1/5 deste é constituído de oxigênio e um litro deste gás pesa 1,4 gramas, pode-se concluir que, em um dia, o homem inspira 2,500 kg de oxigênio e expira 1.750. Os 750 gramas de diferença, equivalentes a cerca de 530 litros, representam a quantidade de oxigênio fixada nos glóbulos vermelhos. A quantidade de" anidrido carbônico eliminada nas 24 horas é de 850 gramas, cerca de 400 litros.
Vejamos agora as modificações químicas que têm lugar ao nível dos tecidos. O oxigênio do ar inspirado atravessa a parede dos alvéolos e entra nos capilares sangüíneos; neles, se fixa sobre a hemoglobina dos glóbulos vermelhos, os quais o levam para todas as partes do organismo. Nos capilares dos tecidos tem lugar o fenômeno oposto: o oxigênio abandona a hemoglobina, e entra nas células, ajudado nesta sua passagem por alguns importantes fermentos ou enzimas. Isto constitui a respiração dos tecidos ou respiração interna. O oxigênio serve para as combustões profundas das células, à sua nutrição e à sua reprodução; os produtos resultantes destas combustões seriam em parte inteiramente destruídos e em parte assimilados pelas células; as partes inúteis ou nocivas são lançadas no sangue: as escórias solúveis entram no plasma e são depois eliminadas pelo rim; as partes gasosas (anidrido carbônico) fixam-se sobre os glóbulos vermelhos que as transportam aos pulmões, dos quais são, pela expiração, eliminados. Os pulmões representam, pois, um centro de trocas; entre pulmões e tecidos o indispensável intermediário é o sangue.
O sangue arterial contém 18% de oxigênio e 38% de anidrido carbônico; o sangue venoso contém só 1,8% de oxigênio, enquanto o anidrido carbônico sobe a 48%. Toda troca respiratória tem por causa uma diferença de pressão (tensão) entre o sangue e o ar. O oxigênio, nos capilares pulmonares tem uma tensão de 44 mm, enquanto a pressão do oxigênio no ar varia de 110 a 140mm. Tem-se, portanto, uma passagem do oxigênio do ar para o sangue. Ao contrário, o anidrido carbônico, nos capilares pulmonares tem uma tensão de 82mm, muito superior à pressão do anidrido carbônico no ar (7 mm). Portanto, o anidrido carbônico passa dos glóbulos para o ar.
A hemoglobina não retém só o oxigênio e o anidrido carbônico, mas tem, também, afinidade pelo óxido de carbono; e mesmo, enquanto com os dois primeiros gases a ligação é lábil (tanto é verdade que eles abandonam facilmente a hemoglobina para passar nos tecidos ou no ar), o óxido de carbono forma com a hemoglobina um composto estável, a carboxiemoglobina. Em outras palavras, uma vez fixado à hemoglobina, o óxido de carbono não se separa mais, e por isso é um gás venenoso. Quando um indivíduo respira em uma atmosfera rica em óxido de carbono, se envenena lentamente; os seus glóbulos vermelhos estão ocupados pelo gás e não são mais disponíveis para a respiração normal.
Quando a atmosfera está saturada de gás, vem a morte em pouco tempo. Tais acidentes são muito comuns. O óxido de carbono se forma pela combustão incompleta do carbono. Por isso é perigoso dormir em locais aquecidos com aparelhos que queimam carvão. O óxido de carbono é um constituinte essencial do gás de iluminação e a isso é devida a sua periculosidade. No curso da respiração se produz um outro fenômeno: o sangue elimina uma parte da água, sob a forma de vapor de água, passando pelos pulmões. Em conseqüência se esfria passando para o ar . A temperatura do sangue na artéria pulmonar é na verdade superior àquela do sangue das veias pulmonares. A evaporação da água ao nível dos pulmões é um complemento daquela muito maior que se realiza na superfície da pele ( eliminação do suor) e contribui para manter constante a temperatura do corpo.
Para que fique bem compreendido o funcionamento do aparelho respiratório é necessário insistir sobre um ponto básico: o fenômeno da dilatação dos pulmões " é puramente passivo, isto é, os pulmões se dilatam porque a caixa torácica se dilata. E a caixa torácica se dilata por um movimento ativo de contração dos músculos ditos inspiradores. Na verdade, a pressão do ar, de dentro para fora, não sendo compensada por uma pressão contrária, obriga os pulmões a acompanharem os movimentos da caixa torácica.


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